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Tire dúvidas sobre os tipos de motor de carro Veículos são oferecidos com motores 1.0, 1.4, 1.8, entre outros. Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1
Motor do Fiat Palio (Foto: Divulgação)
Cada dia que passa os fabricantes de automóveis nos oferecem mais e mais opções para que a escolha de um carro seja adequada às nossas necessidades. São inúmeras possibilidades para se configurar um carro. Temos um número sem fim de acessórios, versões de acabamento e também a opção de motorização. Sobre esse tema, escolhemos os principais tipos de motores para esclarecer os detalhes de cada um. Afinal, um modelo de carro pode ser oferecido com motor 1.0, 1.4, 1.6 e até 1.8 litro. Quanto mais litros, mais caro fica o valor do automóvel. Na hora de escolher, é preciso levar em consideração o uso que se vai fazer do veículo. Novo Gol é oferecido com motor 1.0, 1.6 e Power 1.6 (Foto: Divulgação)
Primeiramente vamos exemplificar a concepção dos motores, que podem ser dividas em quatro: Motor Vertical Motor em V Motor em W Motor Boxer Motor de partida exige cuidados, principalmente no frio Insistência em ligar o carro pode superaquecer o sistema. Priscila Dal Poggetto Do G1, em São Paulo Divulgação Motor de partida aciona o propulsor até que comecem as explosões (Foto: Divulgação) Em dias frios como os últimos registrados no Sul e Sudeste, o motorista precisa ter muito cuidado na hora de ligar o carro - especialmente se o motor é bicombustível. Muita gente se esquece de colocar gasolina no tanque adicional do motor flex. Com isso, uma partida prolongada pode danificar o sistema. Como o álcool só consegue atingir o ponto de combustão em temperaturas mais elevadas, a gasolina tem o papel de auxiliar no funcionamento do motor, principalmente em dias com baixa temperatura. Se o tanque está vazio ou a gasolina ficou muito tempo sem uso e não foi trocada — o que pode entupir o sistema por causa da borra que se forma —, fica difícil fazer a ignição. A insistência em ligar o carro pode superaquecer o motor de partida. Também conhecido como motor de arranque, o componente é instalado junto ao motor de combustão do carro e serve para acionar o propulsor até que comecem as explosões. Ou seja, o item é fundamental para o carro sair do lugar. Girar a chave com o carro ligado Dar a partida no carro quando ele já está ligado é uma distração comum, mas pode comprometer o motor de partida. Aquele barulho constrangedor da dupla partida — que se torce para ninguém ter ouvido — nada mais é do que os dentes de duas engrenagens “raspando”. Ao acioná-lo, o motor de partida faz girar o eixo de manivelas do motor de combustão (virabrequim) por meio de uma roda dentada. A engrenagem menor (pinhão) está montada no eixo do motor de arranque e engata com a engrenagem maior (cremalheira), no motor. O engenheiro de vendas da Remy Automotive Brasil, Mauricio Gayubas, explica que quando acontece a dupla partida, o pinhão pode dar um golpe e quebrar o dente da cremalheira e, assim, amassar o impulsor. Outro erro é engatar a primeira marcha e acionar o motor de partida para o carro andar quando acaba a gasolina. “Dessa forma, o motor entra em superaquecimento e queimam os fios internos, a bobina etc. O ideal é procurar ajuda para empurrar o carro ou chamar um guincho”, acrescenta Gayubas. Manutenção preventiva Além desses cuidados com a utilização do componente, o especialista sugere que toda vez que for feita a troca de óleo, alinhamento ou balanceamento seja realizada também a checagem dos parafusos de fixação do motor de partida e dos cabos elétricos do solenóide (condutor), que devem estar limpos, bem conectados e sem sinais de corrosão. Segundo o engenheiro, o componente pode custar de R$ 200 a R$ 280. A manutenção com limpeza, troca de bucha, escova, entre outros componentes, sai de 30% a 50% mais barata e garante durabilidade de cerca de cinco anos. Qualquer ruído também deve ser checado. Gayubas recomenda a procura de uma oficina auto elétrica para verificar o funcionamento do sistema.“O carro pode estar com algum problema e não ser o motor de partida. Pode ser a injeção de combustível, por exemplo”, alerta. |
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